sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A Bailarina Fantasma, de Socorro Acioli

Olá, mundo.

Hoje eu vou começar o que vai virar uma série de postagens aqui no blog, que serão sobre os livros que eu li. Este ano, talvez não irei ler muito por causa do cursinho, mas acho interessante escrever sobre os livros que vão cair no vestibular, como "O Cortiço" e "Cidade e as Serras", pois serei obrigada a ler, e também tenho muita vontade de mostrar que nem todos esses "livros de escola" são chatos.
Na minha opinião, a maneira como a escola obriga os alunos a ler que é o errado. O livro pode ser muito bom, mas como a pessoa não está lendo por livre e espontânea vontade, acaba ficando chato.
Enfim, não vou prolongar o assunto nisso. Vamos falar sobre o último livro que li.


A Bailarina Fantasma


O livro foi escrito por uma brasileira chamada Socorro Acioli (que nome fofo, imagina na hora da chamada na escola). Eu não costumo ler livros brasileiros por diversão, sempre leio quando tenho que fazer um trabalho ou algo assim, mas depois de ler os livros da Paula Pimenta (depois faço um post sobre ela) eu comecei a escolher mais autoras e autores brasileiros para ler.
A personagem principal da história é a Anabela, uma menina que perdeu a mãe ainda nova, e mora apenas com o pai em uma casinha antiga de Fortaleza. A simplicidade é o lema para esta família, o pai não gosta de nenhuma máquina fazendo o que ele poderia fazer sozinho. A Anabela gosta de viver assim, e o seu passatempo é ficar no jardim da casa, apreciando os miosótis, flor preferida da sua falecida mãe. Quando uma flor murcha, ela a enterra junto com bilhetes para a sua mãe. Bilhetes simples, falando como está a sua vida, como estão as coisas na escola, etc.
A história toma um rumo quando o pai consegue um emprego no teatro José Alencar, muito antigo e bonito. Seu trabalho é restaurá-lo, deixando o máximo possível com o que era antigamente. Logo que ele dá a notícia para a filha, ele também conta que eles foram convidados para assistir uma apresentação de balé. Eles vão, se encantam com a beleza da construção e da apresentação, porém, no meio do espetáculo, Anabela vê uma bailarina vestida de azul que dança mais graciosamente do que as outras, e parece que só ela consegue enxergar. 
Depois disso, a história muda para a bailarina, e vemos quem ela é e porque ela está ali. 

A narrativa é simples e cativante, qualquer pessoa de qualquer idade com certeza se emocionaria com a história. Eu achei muito interessante que a história não é focada apenas na Anabela, mas tem capítulos inteiros sobre a história da bailarina, com personagens diferentes e muito mais. O livro deixa a gente preso imaginando que rumo irá levar tudo isso. 
Indico este livro principalmente para quem gosta de espiritismo, pois tem várias passagens sobre isso. Quem acredita irá gostar e se emocionar muito, assim como eu.

É isso, gente. Depois eu volto com mais resenhas de livros.

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

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