domingo, 5 de junho de 2016

Perguntas para se fazer em uma feira de profissões

Olá, mundo.

Faz bastante tempo que não escrevo aqui. Já sabem o por quê, né? Só tenho tempo para o cursinho, aonde fico desde as 7h da manhã até 18h, e para ler livros (de vestibulares ou não).
Aliás, este é o ano em que mais estou lendo livros, incrivelmente! Nos intervalos entre uma aula e outra sempre pego um livro ou o meu kobo para dar uma lidinha. Logo escreverei mais resenhas, especialmente as de livros de vestibulares, que estou devendo (este mês vou ler Mayombe, que entrou na lista da Fuvest este ano. Ainda não faço ideia do que se trata, mas logo que terminar posto aqui!)

Mas hoje o assunto é feira de profissões. Entre o ensino médio e este ano, eu só fui em duas, mas foram experiências bem interessantes, especialmente a mais recente.


No meu segundo ano do ensino médio (ano retrasado), eu fui na feira de profissões da USP, que na época aconteceu no Parque de Ciência e Tecnologia da USP, em frente ao Zoológico de São Paulo. Este ano também vai acontecer no mesmo local, nos dias 18, 19 e 20 de agosto; vocês podem fazer a inscrição e checar as informações no site http://prceu.usp.br/uspprofissoes/
Sinceramente, não me ajudou muito. Eu não tinha muita ideia do que fazer; claro, eu sempre pensei em veterinária, mas foi o ano no qual meus colegas de classe começaram a falar mais sobre carreiras e vestibular e acabaram surgindo muitas dúvidas; então, eu não sabia nem o que perguntar.

Funciona assim: são vários estandes, com as carreiras que podem ser prestadas na USP, aonde ficam alguns alunos tirando as suas dúvidas. É bem legal porque você fala com pessoas que têm mais ou menos a sua idade, mas já passaram pelo o que você está passando.
O problema é que eu não fazia ideia do que perguntar (risos). E os alunos não ajudaram muito, só olhavam para a minha cara e falavam tipo "e aí, beleza? Pode perguntar o que quiser" e eu ficava tipo "mas eu não sei!!!!"




A segunda feira de profissões em que fui foi a JIP (Jornada de Informação Profissional) que, mais especificamente, aconteceu ontem.
Como já passaram dois anos e estou fazendo cursinho, eu tenho mais ou menos uma ideia do que quero fazer. Por exemplo, sei as matérias que gosto mais de estudar e as que sou um fracasso total (cof cof matemática cof cof), então consigo pensar com mais clareza o que quero da vida, embora ainda não tenha certeza absoluta.
Mas é assim mesmo, são poucos os que sabem o que querem desde sempre, e essas feiras existem exatamente para ajudar a escolher.
Eu achei a JIP bem mais dinâmica que a feira da USP. Ela aconteceu no meu cursinho, e tinha muito mais coisas: estandes de cursos de idiomas e intercâmbio, sessões de yôga, psicólogos que davam palestras com um grupo sobre como escolher uma profissão... E, claro, os estandes de algumas faculdades particulares e públicas.
Além disso tudo, também teve "mesas redondas": separaram cada sala de aula com uma profissão e trouxeram alunos e profissionais para palestrarem sobre ela, e, no final, havia um bate papo, aonde respondiam perguntas; e também, em um pátio, reuniram algumas profissões com os alunos destas, e podíamos tirar dúvidas com eles. Foi bem interessante e divertido!


Então, a dica é: antes de irem em uma feira de profissões, pensem nas carreiras em que vocês estão em dúvida e elaborem perguntas, pensem no que vocês precisam saber antes de mergulhar de cabeça no vestibular.
Eu mesma ainda não tenho certeza do que quero fazer; mas, mesmo assim, deixarei aqui algumas dicas para vocês:


  • Pergunte o que motivou o aluno/profissional a seguir aquela carreira
Esta é uma pergunta bem interessante porque é pessoal, e pode te levar a refletir se você pensa de uma forma parecida com esta pessoa, o que te aproxima de tal carreira.


  • Peça a carga horária do curso
Na verdade isso depende da faculdade, mas é importante porque tem certas profissões que você acha que são só de exatas, humanas ou biológicas, mas na verdade podem ter matérias que englobam mais do que só uma dessas. É bom para você não se iludir, achando que só vai estudar o que você gosta, sendo que aquela matéria que você odeia vai te acompanhar para sempre! (risos)


  • Estágio: em que momento do curso acontece? É obrigatório? Remunerado?

O estágio é muito importante para o profissional, pois acontece enquanto você está fazendo a faculdade, com supervisão, você pode exercer o seu conhecimento e se sentir dentro do mercado de trabalho. Só que alguns cursos não oferecem, e sobre os que oferecem, é importante saber em que momento acontece: desde o início do curso, ou só no final.


  • Mercado de trabalho: Concorrência, Vagas de Emprego, etc
Este é um ponto bem importante, pois existem muitas histórias de pessoas que terminaram a faculdade mas se decepcionaram muito com o mercado de trabalho. Muitas abriram um consultório ou algo assim e foram à falência por causa da concorrência, não conseguem emprego, ou passam a trabalhar em uma área diferente do seu curso.
Talvez o palestrante possa te informar os melhores lugares e áreas para você exercer tal profissão, o que pode prevenir um "susto" no futuro.


  • Timidez
Óbvio que eu tinha que fazer esta pergunta em uma feira de profissões, né? (risos)
Para as pessoas tímidas, é bem difícil se relacionar com as pessoas. Isto pode se tornar uma barreira entre você e sua profissão, pois algumas carreiras exigem que você tenha pelo menos um pouco de "vergonha na cara" e converse com pessoas (às vezes, pessoas que nem falam a mesma língua que você). Então, busque saber se isso será um desafio grande ou pequeno no seu curso, para que você possa trabalhar nisso o quanto antes.

Estes foram os tópicos que pensei e que peguntei na última feira que fui. Sei que são poucos, mas podem fazer muita diferença na hora de escolher que carreira seguir. Me ajudaram bastante.

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Como melhorar o seu inglês

Olá, mundo.

Hoje eu vou mostrar para vocês alguns métodos que usei (e ainda uso) para melhorar o meu conhecimento da língua inglesa.
Eu não sei exatamente há quanto tempo faço inglês, mas comecei quando era criança. Chuto que fiz três anos de CCAA, depois fiquei por muito tempo sem estudar um curso, estudando só pela escola mesmo; até que quando entrei no ensino médio fiz um ano de um curso aleatório que não é muito conhecido porque era próximo da escola, e agora estou no meu segundo ano no Yázigi. Atualmente, estou no "Advanced", o curso mais avançado.
Admito que não foi fácil. Quando fazia CCAA, ficava de "recuperação" direto, pois eu era uma criança e ficava brincando durante a aula, não estudava e eu e minha amiga Alícia, que fazíamos o curso juntas, copiávamos a homework uma da outra (risos). Agora eu levo o curso com muito mais seriedade, e amo com todo o meu coração! Estudar inglês é a melhor coisa para mim <3

Na minha opinião, todos deveriam ter algum conhecimento em inglês. Sim, eu sei que é difícil, acreditem. Por isso, vou mostrar alguns métodos que desenvolvi nesses anos:

Entrar em um curso

 

Pois é, pessoal, não há nenhuma fórmula mágica para aprender. Você pode estudar inglês na sua escola, mas o curso dado em escolas não é suficiente, o melhor mesmo é entrar em um curso de fora. 
Eu cursei CCAA e Yázigi (e uma aleatória também); ambas são ótimas, mas eu tenho um carinho maior e muito especial pelo Yázigi. 
No CCAA, pelo menos quando eu fazia, eles passavam sempre um filminho e estudávamos em cima dele, repetindo o que os personagens diziam e fazendo exercícios. Sei lá, não gosto muito dessa técnica de "repetição"... Embora tenha me ajudado muito quando viajei para o exterior (como presente de 15 anos). 
Já no Yázigi, nós debatemos sobre assuntos polêmicos, como aborto, sociedade do consumo, globalização, etc. O meu inglês melhorou muito mais quando entrei no Yázigi. Não só leio livros em inglês, como estou conversando muito mais!
Mas, claro, existem muitos outros cursos de inglês. Então, antes de entrar em uma, pesquise, converse com conhecidos que estudaram lá, e encontre a melhor para você.

Assistir filmes legendados
créditos na imagem

Após entrar em um curso, é muito bom mudar alguns hábitos. Um deles, é desapegar dos filmes dublados. Experimentem começar a ver filmes e séries em inglês, com legenda em português inicialmente, assim você acostumará com a pronúncia. Vocês perceberão que filmes dublados fogem muito do filme original, fazem muitas adaptações! Vai chegar uma hora em que vocês não suportarão mais assistir filmes em português, sério (risos).
Depois de um tempo, quando se sentir confortável, troque as legendas em português para em inglês. Mas não tenha pressa, não precisa ser um processo rápido. Eu, pelo menos, demorei bastante para fazer essa mudança. Mas quando vocês colocarem a legenda em inglês, vocês poderão se concentrar mais no filme do que em ler as legendas, olhando para elas apenas se não entender algo que o personagem falar. Acreditem, isso é um avanço e tanto!

Assistir desenhos animados em inglês

Eu comecei a fazer isso esse ano, e é muito legal! ><
Antes de retirarem as legendas de vez das suas séries, experimentem antes assistir desenhos animados em inglês. É bem melhor começar assim porque a linguagem deles é mais simples, já que é dedicado para o público infantil e adolescente.
Eu indico para vocês: Regular Show, Adventure Time, The Amazing World of Gumball, entre outros. Esses são os meus favoritos, e todos estão disponíveis no Netflix.

Ler em inglês

imagem não autoral

Para quem ama ler, não tem como se sentir mais realizado do que conseguir ler um livro em outro idioma! 
Para começar, minha dica é: leiam histórias em quadrinhos. É como aprender a ler de novo, então, tem que ser aos poucos. Não sei como foi com vocês, mas os gibis da turma da Mônica estavam presentes na minha vida desde antes de saber ler! E foi assim que eu aprendi a ler em inglês também: passei a colecionar gibis da turma da Mônica em inglês. Mas fica a seu gosto, procure os seus gibis favoritos em inglês para começar.
Depois, pegue um livro que você já leu em português para começar a ler em inglês. Isso porque você já sabe a história, então não será tão complicado de início. Tenha sempre um dicionário ou um tradutor perto de você quando estiver lendo, para pesquisar as palavras que você não souber. Isso é muito bom, pois você aprende mais palavras e maneiras de se expressar!
O primeiro livro que eu li em inglês foi o primeiro livro do Harry Potter, já que eu já li todos os livros em português e é a minha história favorita <3 foi uma alegria enorme quando terminei de ler! Vocês não têm noção de como isso fará vocês confiantes. 

Pensamentos em inglês
Eu sei que alguns vão me achar meio louca, mas eu penso muito comigo mesma, especialmente quando estou sozinha em casa. Sei que tem gente que faz isso também, assim como há pessoas que conversam em voz alta consigo mesmas. Não há nada de errado nisto, e acreditem se quiser, pode ser uma ótima maneira de praticar inglês.
Enquanto vocês estiverem sozinhos, brizando em suas casas, experimentem falar consigo mesmos em inglês. Por exemplo, em vez de pensar "Preciso ir ao banheiro", pense "I need to use the bathroom", e assim por diante. 
Sim, lendo isso faz parecer bem estranho, mas falando sério, experimentem. Quando vocês perceberem que estão pensando em inglês, vocês vão até se assustar! É muito legal.

Fazer redações 
imagem não autoral

Agora acho que entrei em um tópico um pouco mais avançado. Portanto, entrem nele quando já estiverem se sentindo confiantes com os tópicos acima.
Eu comecei a escrever redações em inglês só neste ano, depois que entrei no curso avançado, e ainda por pedido do professor. Mas descobri que não é tão difícil quanto parece. O que você precisa fazer é escolher algum tema, pesquisar e escrever sobre ele, como um texto normal.
Vale lembrar que no seu texto deve conter: uma introdução, aonde você apresentará o tema (e colocará o seu ponto de vista, sua opinião, se puder); dois ou três parágrafos no corpo do texto, nos quais você apresentará dados e fatos e colocará suas argumentações; e um último parágrafo, a conclusão, aonde você irá colocar um ponto final no texto.
Nesses três meses de curso deste ano eu fiz três redações, todas de temas que discutimos em aula. A primeira foi sobre um fotógrafo chamado Kevin Carter, que fotografava guerras e pessoas em momentos muito tristes, e se suicidou depois de ter ganho um prêmio; segunda foi sobre os direitos humanos, que, claro, consegui encaixar o direito dos animais no meio também; e a terceira foi sobre "o que é beleza".
Então, tenham em mente que vocês podem escrever sobre qualquer coisa! Peguem um filme ou um livro e escreva a história dele. Inventem um conto de fadas. Apenas treinem a sua escrita em inglês.

Conversar
Por último, claro, conversar. Assistindo filmes você treinará os seus ouvidos, escrevendo e lendo você treinará o seu cérebro, mas você precisa treinar sua fala também. Afinal, não adianta nada entender e não conseguir se expressar.
Procure amigos ou pessoas da sua família que falam em inglês e passem a conversar apenas neste idioma com eles. Outra dica é pegar o pessoal do seu curso de inglês e conversar apenas em inglês com eles, afinal, vocês estão no mesmo nível.
No meu caso, não tenho ninguém para conversar, apenas o povo do meu curso mesmo. É nisso que eu tenho mais que agradecer ao Yázigi, pois nunca falei tanto em uma aula quanto nas minhas aulas de inglês! E fico muito feliz por isto.

Para terminar, gostaria de agradecer os meus professores do Yázigi, que foram os melhores professores de inglês que tive, e a minha turma, especialmente a Ana Carolina, que se tornou uma grande amiga <3

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Não consigo parar de ler!

Olá, mundo.
foto não autoral

O post de hoje é mais um "desabafo feliz" do que outra coisa. Não sei se isso existe, mas é como eu defino o que estou passando.

Quando comecei o cursinho, eu e os outros alunos fomos alertados na aula de literatura a quantidade de livros que temos para ler. Eu tenho que agradecer muito a escola na qual cursei o ensino médio, pois esta pressionou muito os alunos a lerem os livros. Além disso, a professora era maravilhosa e fazia análises muito boas, assim, até quem não lia os livros entendia. Eu reclamei muito no ensino médio por causa dessa pressão que colocavam nos alunos para eles lerem, mas agora sou muito grata! Comecei o ano com quase toda a lista já lida, faltando apenas quatro.

Eu e minha mãe estamos em um momento de economia para comprarmos um apartamento e (talvez, se eu não passar em uma pública) pagar a minha faculdade. Por isso, tive a ideia de usar um aplicativo no celular e comprar os ebooks pela google store mesmo e ler. Assim, não gastaria tanto com livros. Contei isso para a minha mãe, achando que ela ia gostar da ideia e tal, mas ela ficou morrendo de dó! kkkkkkkkk

Resultado: há muito tempo eu estava querendo o kobo, um aparelho parecido com tablet usado para ler ebooks. Quando eu contei a ideia para a minha mãe, ela achou que este era o momento certo para me presentar com o kobo. Eu comprei o mais basicão, chamado kobo glo hd, que só tem wifi (para comprar livros diretamente por ele) e uma luz para ler no escuro. Existem outros que têm até facebook e email.

foto não autoral

Vocês não têm ideia do quão bom é ler por ele! Eu achei que ia sentir falta de pegar em um livro, sentir o cheiro (hmmm), mas ler livros pelo kobo é tão bom quanto! Eu leio com uma rapidez maior que o normal, e dá para ler deitada no escuro. Já tentaram ler um livro deitados? É tão frustante, nunca dá para encontrar uma posição confortável. Com o kobo, dá para fazer isso <3 

Além disso, eu e minha mãe fizemos um acordo: ela vai comprar três livros por mês para mim. Os ebooks são mais baratos do que um livro normal, impresso, e às vezes tem umas promoções que acabam saindo por R$5 ou menos! 
E é isso que eu estou fazendo, lendo três livros por mês. Além de ebooks, quando dois não saem tão caro, eu pego um livro normal também, pois meu grande sonho é ter uma estante livros branca no meu quarto, então quero ter livros impressos de sagas ou de histórias que eu gostei muito. 

Até agora, no kobo, eu li dois livros da lista da fuvest (em menos de um mês): Iracema e Claro Enigma; e dois livros que não são de vestibular: O Orfanato da srta. Peregrine para Crianças Peculiares e Cidade dos Etéreos, que eu estou amando, até já postei uma resenha do primeiro livro aqui. Quero que saia logo o terceiro!
Também estou lendo livros normais. Terminei o segundo volume de Percy Jackson e os Olimpianos, e quero ler logo continuar a sequência.

Não sei porque eu estou lendo tanto assim, mas o tempo todo tenho vontade de ler! O cursinho tem limitado o meu tempo, passo a tarde apenas fazendo exercícios, mas reservo um tempinho à noite e nos intervalos das aulas para ler. 
Eu sempre tive um amor enorme pela leitura, desde pequena. Antes mesmo de saber ler, minha mãe tinha feito um combinado comigo que leria três livros todas as noites para mim. Agora, depois de tantos anos, não mudou muito né, a diferença é que agora ela tem que comprar três livros! hahaha

Meu conselho é: leiam. Leiam muito. Os livros, além de ensinarem muitas coisas, são uma fuga da realidade. Às vezes, é bom escapar um pouquinho.

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

sábado, 9 de abril de 2016

O Orfanato da srta. Peregrine para Crianças Peculiares, de Ransom Riggs

Olá, mundo.

Hoje vim escrever para vocês sobre este livro que eu terminei semanada passada. Ele foi o segundo que eu li no "kobo", que é tipo um tablet usado apenas para ler livros. Eu estou amando ler por ele! Termino os livros muito mais rápido, e é bem menos cansativo.
Mas enfim, vamos falar sobre O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares. Eu adorei este livro, e estou ansiosa pelo filme que está sendo dirigido por ninguém mais, ninguém menos que Tim Burton e boatos que irá estrear este ano - 2016.


O livro conta a história de Jacob Portman, um adolescente de 16 anos, que está passando por momentos difíceis após a morte do avô. Eles eram muito ligados, sua infância foi baseada nos contos de fantasia e aventura que ele lhe contava, como se fossem verdadeiros. 
Agora, na adolescência, Jacob não acredita mais nas histórias; mas após sua estranha morte e a criatura espreitando o corpo do avô, que parece que só Jacob viu, ele passa a ter vários pesadelos, e conclui que precisa desvendar as últimas palavras que o avô dirigiu a ele e descobrir se o passado do avô foi apenas uma guerra sangrenta ou se realmente havia fantasia.
Por isto, Jacob viaja para uma ilha com seu pai, aonde o seu avô passou grande parte de sua vida em um abrigo de crianças refugiadas da guerra. Porém, Jacob descobre que não era exatamente um abrigo, e as crianças que lá vivem não são normais, são no mínimo... Peculiares. 

Eu devorei o livro em apenas três dias. A leitura é fácil e cativante, além de ter imagens no meio do livro, que envolvem o leitor. Eu comprei o segundo volume da série - Cidade dos Etéreos - logo após que terminei, pois quero saber logo no que deu a história.
Além disso, irá ter um filme dirigido por Tim Burton. Ainda não tem data de lançamento, nem trailer, mas dizem que irá estrear este ano. Se não, creio que até 2017 lança com certeza. E com certeza eu estarei na primeira sessão!
Eu encontrei algumas imagens no google que devem ser do filme. São bem bizarras! 


Esse menino invisível da imagem é um amor! Aliás, todos os personagens do livro encantam, até os monstros.
Esta é uma leitura que eu recomendo para todos, gostando de terror ou não. 

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

sexta-feira, 25 de março de 2016

ASSISTIDO: Zootopia

Olá, mundo.

Quem me conhece, sabe que eu sou uma cinéfila, tendo o Netflix como o meu companheiro de todos os dias. Eu amo assistir filmes (e séries também), principalmente no cinema! Por isso, hoje vim estrear aqui no blog um quadro novo: "ASSISTIDO", no qual escreverei sobre filmes que lançaram no cinema e as minhas impressões depois de assisti-los.

O último filme que assisti no cinema foi o "Zootopia", que estreou dia 17 de Março. Desde quando saiu o primeiro trailer eu fiquei doida para assistir, pois este tem duas características que eu amo: é da Disney e fala sobre animais!
Eu particularmente ADOREI o filme! Ele virou um dos meus filmes favoritos da Disney, e facilmente assistiria de novo.


A história é sobre a coelha Judy, que desde pequena sonha em ser uma "policial coelha", porém, sofre muito preconceito dos outros animais, principalmente daqueles que no passado eram predadores. Acontece que o filme se passa em um período da história em que os animais evoluíram: passaram a andar sobre duas patas, conversam, trabalham, e vivem harmoniosamente entre predadores e presas; mas o preconceito ainda existe no mundo deles.
O sonho de Judy é fazer do mundo um lugar melhor, então, mesmo com todo o preconceito e a pressão que todos exercem nela para faze-la desistir ela continua seguindo o seu sonho e se torna uma policial, e se muda para uma cidade grande chamada Zootopia.
Eu adorei o ambiente da Zootopia! Tem vários bairros-habitats diferentes para que todos os animais vivam bem: tem tundra, floresta tropical, deserto, e até um bairro minúsculo aonde vivem os ratinhos. Uma fofura e muito bem pensado! Fiquei com a mesma cara da Judy quando viu a cidade pela primeira vez.
Em um ponto do filme ela conhece um "raposo" chamado Nick, que vive uma vida criminosa; mas quando surge um caso, ela precisa da ajuda dele para resolvê-lo, e eles acabam formando uma linda amizade.

Lógico que em certos momentos do filme eu me emocionei e chorei (em um filme de criança, eu sei, me julguem) mas eu realmente amei demais esse filme, e recomendo muito para todos assistirem, não importa a idade!

Trailer de Zootopia:


Quando acaba o filme, se você refletir bem acaba descobrindo todo o contexto filosófico por atrás do filme: o preconceito existente entre presas e predadores refletem muito na nossa sociedade de hoje. E a criação de uma cidade aonde estes dois tipos de animais vivem juntos, sem brigas, nos fazem pensar se é realmente possível. Eu me lembrei muito do tema da redação da fuvest do ano passado, sobre "utopia" (usaram até no nome do filme, né? Olha a filosofia aí por trás).
O filme nos faz pensar: se até os animais, que têm esse instinto de sobrevivência dentro deles, conseguem viver em paz, por que nós também não conseguiríamos?

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

Música favorita da semana

Olá, mundo

Estou sem postar há um tempo por causa da correria do cursinho, que tomou todo o meu tempo, mas esse feriadinho de páscoa me deu um tempo para descansar.
Como eu disse, eu estou vivendo no cursinho, entro de manhã cedo e só saio umas 5 da tarde. Porém, isso não impediu que uma música grudasse na minha cabeça e me fizesse cantá-la entre um exercício e outro. Portanto, a música da semana só podia ser:

Walk The Moon - Shut Up and Dance


Eu devo ter escutado essa música só uma vez pelo rádio, mas foi suficiente para eu gravar pelo menos o refrão e ficar cantando o tempo todo. Agora já tenho ela no celular e não paro de ouvir! O ritmo é muito contagiante, é uma daquelas músicas que nos fazem levantar e começar a dançar.
Enfim, é isso.

Então, cidadão desconhecido, até lá, 
E tente não enlouquecer comigo.

domingo, 6 de março de 2016

Primeira semana no cursinho

Olá, mundo.

Já fez uma semana que começaram as minhas aulas do cursinho. Está bem puxado, ainda mais porque tenho oito aulas todos os dias (seis horas de aula) com conteúdos que passei um bimestre inteiro para estudar no colégio e no cursinho passam em uma aula.
Não sei quanto a vocês, mas eu tinha muita curiosidade de saber como é um cursinho; no que é diferente de escola. Gente, é totalmente diferente. O ambiente é mais descontraído, nenhum dos professores que tive até agora são chatos e sérios, e nenhum fica pegando no seu pé para fazer lição de casa, afinal, você está lá por livre e espontânea vontade (de sofrer), não é mesmo?

O primeiro dia foi como qualquer outro que tive em um colégio, cheguei toda tímida e sentei em uma carteira na frente de uma menina que eu reconheci: a Giovanna, que foi a minha colega no ensino fundamental. Porém, ela estava lá com outros amigos, então não conversamos muito. Eu percebi que todos que estavam lá vieram junto com um amigo, alguma pessoa conhecida. Ninguém, aparentemente, entrou no cursinho sozinho, como eu. Resultado: nos intervalos eu fiquei sozinha comendo meu lanchinho enquanto o povo envolta de mim ficou conversando. Mas na real eu nem liguei, já estou acostumada a ficar sozinha (na escola passei muito por isso), e de qualquer forma, eu estou lá para estudar, não para fazer amigos.
Mas nada melhor do que um dia após o outro, né? No segundo dia, logo que eu cheguei vi que a Giovanna não estava mais naquela sala, então sentei em outro lugar. Lá uma menina sentou perto de mim e logo fiz amizade. "Como?", vocês me perguntam. Eu virei pra ela e comentei "Nossa, como esse cursinho está cheio, né?" sim, que bosta kkkkk mas deu certo. Além dela, acabei conhecendo também uma outra menina, a Roberta, que virou a minha parceira de estudos. Passamos essa semana estudando juntas à tarde (sim, além de ter seis horas de aula, eu ainda fico no cursinho estudando).

Além de salas de aula vazias, o cursinho também oferece plantões de dúvidas, os quais também se passam em uma sala de aula: os alunos ficam estudando nas carteiras, e na frente tem mesas e cadeiras aonde ficam os professores das respectivas matérias do dia. Eu só fui uma vez com a Roberta mas não gostei muito não. Tem MUITA gente, acaba não dando tempo para tirar dúvida com o professor. Então, ficamos em uma sala de estudo individual: tem mesas maiores com divisórias, assim quem está do meu lado não fica olhando o que estou fazendo, e também é mais silencioso. Me sinto muito mais confortável lá.

Enfim, embora esteja sendo meio cansativo, também é algo novo, as aulas acabam passando muito rápido. Eu estou gostando muito dos professores, e espero que eu faça mais alguma amizade, mas se depender só de mim fica difícil, né kkkk. Por favor, me desejem força, foco e sorte para este ano, pois preciso muito!

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.