domingo, 5 de junho de 2016

Perguntas para se fazer em uma feira de profissões

Olá, mundo.

Faz bastante tempo que não escrevo aqui. Já sabem o por quê, né? Só tenho tempo para o cursinho, aonde fico desde as 7h da manhã até 18h, e para ler livros (de vestibulares ou não).
Aliás, este é o ano em que mais estou lendo livros, incrivelmente! Nos intervalos entre uma aula e outra sempre pego um livro ou o meu kobo para dar uma lidinha. Logo escreverei mais resenhas, especialmente as de livros de vestibulares, que estou devendo (este mês vou ler Mayombe, que entrou na lista da Fuvest este ano. Ainda não faço ideia do que se trata, mas logo que terminar posto aqui!)

Mas hoje o assunto é feira de profissões. Entre o ensino médio e este ano, eu só fui em duas, mas foram experiências bem interessantes, especialmente a mais recente.


No meu segundo ano do ensino médio (ano retrasado), eu fui na feira de profissões da USP, que na época aconteceu no Parque de Ciência e Tecnologia da USP, em frente ao Zoológico de São Paulo. Este ano também vai acontecer no mesmo local, nos dias 18, 19 e 20 de agosto; vocês podem fazer a inscrição e checar as informações no site http://prceu.usp.br/uspprofissoes/
Sinceramente, não me ajudou muito. Eu não tinha muita ideia do que fazer; claro, eu sempre pensei em veterinária, mas foi o ano no qual meus colegas de classe começaram a falar mais sobre carreiras e vestibular e acabaram surgindo muitas dúvidas; então, eu não sabia nem o que perguntar.

Funciona assim: são vários estandes, com as carreiras que podem ser prestadas na USP, aonde ficam alguns alunos tirando as suas dúvidas. É bem legal porque você fala com pessoas que têm mais ou menos a sua idade, mas já passaram pelo o que você está passando.
O problema é que eu não fazia ideia do que perguntar (risos). E os alunos não ajudaram muito, só olhavam para a minha cara e falavam tipo "e aí, beleza? Pode perguntar o que quiser" e eu ficava tipo "mas eu não sei!!!!"




A segunda feira de profissões em que fui foi a JIP (Jornada de Informação Profissional) que, mais especificamente, aconteceu ontem.
Como já passaram dois anos e estou fazendo cursinho, eu tenho mais ou menos uma ideia do que quero fazer. Por exemplo, sei as matérias que gosto mais de estudar e as que sou um fracasso total (cof cof matemática cof cof), então consigo pensar com mais clareza o que quero da vida, embora ainda não tenha certeza absoluta.
Mas é assim mesmo, são poucos os que sabem o que querem desde sempre, e essas feiras existem exatamente para ajudar a escolher.
Eu achei a JIP bem mais dinâmica que a feira da USP. Ela aconteceu no meu cursinho, e tinha muito mais coisas: estandes de cursos de idiomas e intercâmbio, sessões de yôga, psicólogos que davam palestras com um grupo sobre como escolher uma profissão... E, claro, os estandes de algumas faculdades particulares e públicas.
Além disso tudo, também teve "mesas redondas": separaram cada sala de aula com uma profissão e trouxeram alunos e profissionais para palestrarem sobre ela, e, no final, havia um bate papo, aonde respondiam perguntas; e também, em um pátio, reuniram algumas profissões com os alunos destas, e podíamos tirar dúvidas com eles. Foi bem interessante e divertido!


Então, a dica é: antes de irem em uma feira de profissões, pensem nas carreiras em que vocês estão em dúvida e elaborem perguntas, pensem no que vocês precisam saber antes de mergulhar de cabeça no vestibular.
Eu mesma ainda não tenho certeza do que quero fazer; mas, mesmo assim, deixarei aqui algumas dicas para vocês:


  • Pergunte o que motivou o aluno/profissional a seguir aquela carreira
Esta é uma pergunta bem interessante porque é pessoal, e pode te levar a refletir se você pensa de uma forma parecida com esta pessoa, o que te aproxima de tal carreira.


  • Peça a carga horária do curso
Na verdade isso depende da faculdade, mas é importante porque tem certas profissões que você acha que são só de exatas, humanas ou biológicas, mas na verdade podem ter matérias que englobam mais do que só uma dessas. É bom para você não se iludir, achando que só vai estudar o que você gosta, sendo que aquela matéria que você odeia vai te acompanhar para sempre! (risos)


  • Estágio: em que momento do curso acontece? É obrigatório? Remunerado?

O estágio é muito importante para o profissional, pois acontece enquanto você está fazendo a faculdade, com supervisão, você pode exercer o seu conhecimento e se sentir dentro do mercado de trabalho. Só que alguns cursos não oferecem, e sobre os que oferecem, é importante saber em que momento acontece: desde o início do curso, ou só no final.


  • Mercado de trabalho: Concorrência, Vagas de Emprego, etc
Este é um ponto bem importante, pois existem muitas histórias de pessoas que terminaram a faculdade mas se decepcionaram muito com o mercado de trabalho. Muitas abriram um consultório ou algo assim e foram à falência por causa da concorrência, não conseguem emprego, ou passam a trabalhar em uma área diferente do seu curso.
Talvez o palestrante possa te informar os melhores lugares e áreas para você exercer tal profissão, o que pode prevenir um "susto" no futuro.


  • Timidez
Óbvio que eu tinha que fazer esta pergunta em uma feira de profissões, né? (risos)
Para as pessoas tímidas, é bem difícil se relacionar com as pessoas. Isto pode se tornar uma barreira entre você e sua profissão, pois algumas carreiras exigem que você tenha pelo menos um pouco de "vergonha na cara" e converse com pessoas (às vezes, pessoas que nem falam a mesma língua que você). Então, busque saber se isso será um desafio grande ou pequeno no seu curso, para que você possa trabalhar nisso o quanto antes.

Estes foram os tópicos que pensei e que peguntei na última feira que fui. Sei que são poucos, mas podem fazer muita diferença na hora de escolher que carreira seguir. Me ajudaram bastante.

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Como melhorar o seu inglês

Olá, mundo.

Hoje eu vou mostrar para vocês alguns métodos que usei (e ainda uso) para melhorar o meu conhecimento da língua inglesa.
Eu não sei exatamente há quanto tempo faço inglês, mas comecei quando era criança. Chuto que fiz três anos de CCAA, depois fiquei por muito tempo sem estudar um curso, estudando só pela escola mesmo; até que quando entrei no ensino médio fiz um ano de um curso aleatório que não é muito conhecido porque era próximo da escola, e agora estou no meu segundo ano no Yázigi. Atualmente, estou no "Advanced", o curso mais avançado.
Admito que não foi fácil. Quando fazia CCAA, ficava de "recuperação" direto, pois eu era uma criança e ficava brincando durante a aula, não estudava e eu e minha amiga Alícia, que fazíamos o curso juntas, copiávamos a homework uma da outra (risos). Agora eu levo o curso com muito mais seriedade, e amo com todo o meu coração! Estudar inglês é a melhor coisa para mim <3

Na minha opinião, todos deveriam ter algum conhecimento em inglês. Sim, eu sei que é difícil, acreditem. Por isso, vou mostrar alguns métodos que desenvolvi nesses anos:

Entrar em um curso

 

Pois é, pessoal, não há nenhuma fórmula mágica para aprender. Você pode estudar inglês na sua escola, mas o curso dado em escolas não é suficiente, o melhor mesmo é entrar em um curso de fora. 
Eu cursei CCAA e Yázigi (e uma aleatória também); ambas são ótimas, mas eu tenho um carinho maior e muito especial pelo Yázigi. 
No CCAA, pelo menos quando eu fazia, eles passavam sempre um filminho e estudávamos em cima dele, repetindo o que os personagens diziam e fazendo exercícios. Sei lá, não gosto muito dessa técnica de "repetição"... Embora tenha me ajudado muito quando viajei para o exterior (como presente de 15 anos). 
Já no Yázigi, nós debatemos sobre assuntos polêmicos, como aborto, sociedade do consumo, globalização, etc. O meu inglês melhorou muito mais quando entrei no Yázigi. Não só leio livros em inglês, como estou conversando muito mais!
Mas, claro, existem muitos outros cursos de inglês. Então, antes de entrar em uma, pesquise, converse com conhecidos que estudaram lá, e encontre a melhor para você.

Assistir filmes legendados
créditos na imagem

Após entrar em um curso, é muito bom mudar alguns hábitos. Um deles, é desapegar dos filmes dublados. Experimentem começar a ver filmes e séries em inglês, com legenda em português inicialmente, assim você acostumará com a pronúncia. Vocês perceberão que filmes dublados fogem muito do filme original, fazem muitas adaptações! Vai chegar uma hora em que vocês não suportarão mais assistir filmes em português, sério (risos).
Depois de um tempo, quando se sentir confortável, troque as legendas em português para em inglês. Mas não tenha pressa, não precisa ser um processo rápido. Eu, pelo menos, demorei bastante para fazer essa mudança. Mas quando vocês colocarem a legenda em inglês, vocês poderão se concentrar mais no filme do que em ler as legendas, olhando para elas apenas se não entender algo que o personagem falar. Acreditem, isso é um avanço e tanto!

Assistir desenhos animados em inglês

Eu comecei a fazer isso esse ano, e é muito legal! ><
Antes de retirarem as legendas de vez das suas séries, experimentem antes assistir desenhos animados em inglês. É bem melhor começar assim porque a linguagem deles é mais simples, já que é dedicado para o público infantil e adolescente.
Eu indico para vocês: Regular Show, Adventure Time, The Amazing World of Gumball, entre outros. Esses são os meus favoritos, e todos estão disponíveis no Netflix.

Ler em inglês

imagem não autoral

Para quem ama ler, não tem como se sentir mais realizado do que conseguir ler um livro em outro idioma! 
Para começar, minha dica é: leiam histórias em quadrinhos. É como aprender a ler de novo, então, tem que ser aos poucos. Não sei como foi com vocês, mas os gibis da turma da Mônica estavam presentes na minha vida desde antes de saber ler! E foi assim que eu aprendi a ler em inglês também: passei a colecionar gibis da turma da Mônica em inglês. Mas fica a seu gosto, procure os seus gibis favoritos em inglês para começar.
Depois, pegue um livro que você já leu em português para começar a ler em inglês. Isso porque você já sabe a história, então não será tão complicado de início. Tenha sempre um dicionário ou um tradutor perto de você quando estiver lendo, para pesquisar as palavras que você não souber. Isso é muito bom, pois você aprende mais palavras e maneiras de se expressar!
O primeiro livro que eu li em inglês foi o primeiro livro do Harry Potter, já que eu já li todos os livros em português e é a minha história favorita <3 foi uma alegria enorme quando terminei de ler! Vocês não têm noção de como isso fará vocês confiantes. 

Pensamentos em inglês
Eu sei que alguns vão me achar meio louca, mas eu penso muito comigo mesma, especialmente quando estou sozinha em casa. Sei que tem gente que faz isso também, assim como há pessoas que conversam em voz alta consigo mesmas. Não há nada de errado nisto, e acreditem se quiser, pode ser uma ótima maneira de praticar inglês.
Enquanto vocês estiverem sozinhos, brizando em suas casas, experimentem falar consigo mesmos em inglês. Por exemplo, em vez de pensar "Preciso ir ao banheiro", pense "I need to use the bathroom", e assim por diante. 
Sim, lendo isso faz parecer bem estranho, mas falando sério, experimentem. Quando vocês perceberem que estão pensando em inglês, vocês vão até se assustar! É muito legal.

Fazer redações 
imagem não autoral

Agora acho que entrei em um tópico um pouco mais avançado. Portanto, entrem nele quando já estiverem se sentindo confiantes com os tópicos acima.
Eu comecei a escrever redações em inglês só neste ano, depois que entrei no curso avançado, e ainda por pedido do professor. Mas descobri que não é tão difícil quanto parece. O que você precisa fazer é escolher algum tema, pesquisar e escrever sobre ele, como um texto normal.
Vale lembrar que no seu texto deve conter: uma introdução, aonde você apresentará o tema (e colocará o seu ponto de vista, sua opinião, se puder); dois ou três parágrafos no corpo do texto, nos quais você apresentará dados e fatos e colocará suas argumentações; e um último parágrafo, a conclusão, aonde você irá colocar um ponto final no texto.
Nesses três meses de curso deste ano eu fiz três redações, todas de temas que discutimos em aula. A primeira foi sobre um fotógrafo chamado Kevin Carter, que fotografava guerras e pessoas em momentos muito tristes, e se suicidou depois de ter ganho um prêmio; segunda foi sobre os direitos humanos, que, claro, consegui encaixar o direito dos animais no meio também; e a terceira foi sobre "o que é beleza".
Então, tenham em mente que vocês podem escrever sobre qualquer coisa! Peguem um filme ou um livro e escreva a história dele. Inventem um conto de fadas. Apenas treinem a sua escrita em inglês.

Conversar
Por último, claro, conversar. Assistindo filmes você treinará os seus ouvidos, escrevendo e lendo você treinará o seu cérebro, mas você precisa treinar sua fala também. Afinal, não adianta nada entender e não conseguir se expressar.
Procure amigos ou pessoas da sua família que falam em inglês e passem a conversar apenas neste idioma com eles. Outra dica é pegar o pessoal do seu curso de inglês e conversar apenas em inglês com eles, afinal, vocês estão no mesmo nível.
No meu caso, não tenho ninguém para conversar, apenas o povo do meu curso mesmo. É nisso que eu tenho mais que agradecer ao Yázigi, pois nunca falei tanto em uma aula quanto nas minhas aulas de inglês! E fico muito feliz por isto.

Para terminar, gostaria de agradecer os meus professores do Yázigi, que foram os melhores professores de inglês que tive, e a minha turma, especialmente a Ana Carolina, que se tornou uma grande amiga <3

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Não consigo parar de ler!

Olá, mundo.
foto não autoral

O post de hoje é mais um "desabafo feliz" do que outra coisa. Não sei se isso existe, mas é como eu defino o que estou passando.

Quando comecei o cursinho, eu e os outros alunos fomos alertados na aula de literatura a quantidade de livros que temos para ler. Eu tenho que agradecer muito a escola na qual cursei o ensino médio, pois esta pressionou muito os alunos a lerem os livros. Além disso, a professora era maravilhosa e fazia análises muito boas, assim, até quem não lia os livros entendia. Eu reclamei muito no ensino médio por causa dessa pressão que colocavam nos alunos para eles lerem, mas agora sou muito grata! Comecei o ano com quase toda a lista já lida, faltando apenas quatro.

Eu e minha mãe estamos em um momento de economia para comprarmos um apartamento e (talvez, se eu não passar em uma pública) pagar a minha faculdade. Por isso, tive a ideia de usar um aplicativo no celular e comprar os ebooks pela google store mesmo e ler. Assim, não gastaria tanto com livros. Contei isso para a minha mãe, achando que ela ia gostar da ideia e tal, mas ela ficou morrendo de dó! kkkkkkkkk

Resultado: há muito tempo eu estava querendo o kobo, um aparelho parecido com tablet usado para ler ebooks. Quando eu contei a ideia para a minha mãe, ela achou que este era o momento certo para me presentar com o kobo. Eu comprei o mais basicão, chamado kobo glo hd, que só tem wifi (para comprar livros diretamente por ele) e uma luz para ler no escuro. Existem outros que têm até facebook e email.

foto não autoral

Vocês não têm ideia do quão bom é ler por ele! Eu achei que ia sentir falta de pegar em um livro, sentir o cheiro (hmmm), mas ler livros pelo kobo é tão bom quanto! Eu leio com uma rapidez maior que o normal, e dá para ler deitada no escuro. Já tentaram ler um livro deitados? É tão frustante, nunca dá para encontrar uma posição confortável. Com o kobo, dá para fazer isso <3 

Além disso, eu e minha mãe fizemos um acordo: ela vai comprar três livros por mês para mim. Os ebooks são mais baratos do que um livro normal, impresso, e às vezes tem umas promoções que acabam saindo por R$5 ou menos! 
E é isso que eu estou fazendo, lendo três livros por mês. Além de ebooks, quando dois não saem tão caro, eu pego um livro normal também, pois meu grande sonho é ter uma estante livros branca no meu quarto, então quero ter livros impressos de sagas ou de histórias que eu gostei muito. 

Até agora, no kobo, eu li dois livros da lista da fuvest (em menos de um mês): Iracema e Claro Enigma; e dois livros que não são de vestibular: O Orfanato da srta. Peregrine para Crianças Peculiares e Cidade dos Etéreos, que eu estou amando, até já postei uma resenha do primeiro livro aqui. Quero que saia logo o terceiro!
Também estou lendo livros normais. Terminei o segundo volume de Percy Jackson e os Olimpianos, e quero ler logo continuar a sequência.

Não sei porque eu estou lendo tanto assim, mas o tempo todo tenho vontade de ler! O cursinho tem limitado o meu tempo, passo a tarde apenas fazendo exercícios, mas reservo um tempinho à noite e nos intervalos das aulas para ler. 
Eu sempre tive um amor enorme pela leitura, desde pequena. Antes mesmo de saber ler, minha mãe tinha feito um combinado comigo que leria três livros todas as noites para mim. Agora, depois de tantos anos, não mudou muito né, a diferença é que agora ela tem que comprar três livros! hahaha

Meu conselho é: leiam. Leiam muito. Os livros, além de ensinarem muitas coisas, são uma fuga da realidade. Às vezes, é bom escapar um pouquinho.

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

sábado, 9 de abril de 2016

O Orfanato da srta. Peregrine para Crianças Peculiares, de Ransom Riggs

Olá, mundo.

Hoje vim escrever para vocês sobre este livro que eu terminei semanada passada. Ele foi o segundo que eu li no "kobo", que é tipo um tablet usado apenas para ler livros. Eu estou amando ler por ele! Termino os livros muito mais rápido, e é bem menos cansativo.
Mas enfim, vamos falar sobre O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares. Eu adorei este livro, e estou ansiosa pelo filme que está sendo dirigido por ninguém mais, ninguém menos que Tim Burton e boatos que irá estrear este ano - 2016.


O livro conta a história de Jacob Portman, um adolescente de 16 anos, que está passando por momentos difíceis após a morte do avô. Eles eram muito ligados, sua infância foi baseada nos contos de fantasia e aventura que ele lhe contava, como se fossem verdadeiros. 
Agora, na adolescência, Jacob não acredita mais nas histórias; mas após sua estranha morte e a criatura espreitando o corpo do avô, que parece que só Jacob viu, ele passa a ter vários pesadelos, e conclui que precisa desvendar as últimas palavras que o avô dirigiu a ele e descobrir se o passado do avô foi apenas uma guerra sangrenta ou se realmente havia fantasia.
Por isto, Jacob viaja para uma ilha com seu pai, aonde o seu avô passou grande parte de sua vida em um abrigo de crianças refugiadas da guerra. Porém, Jacob descobre que não era exatamente um abrigo, e as crianças que lá vivem não são normais, são no mínimo... Peculiares. 

Eu devorei o livro em apenas três dias. A leitura é fácil e cativante, além de ter imagens no meio do livro, que envolvem o leitor. Eu comprei o segundo volume da série - Cidade dos Etéreos - logo após que terminei, pois quero saber logo no que deu a história.
Além disso, irá ter um filme dirigido por Tim Burton. Ainda não tem data de lançamento, nem trailer, mas dizem que irá estrear este ano. Se não, creio que até 2017 lança com certeza. E com certeza eu estarei na primeira sessão!
Eu encontrei algumas imagens no google que devem ser do filme. São bem bizarras! 


Esse menino invisível da imagem é um amor! Aliás, todos os personagens do livro encantam, até os monstros.
Esta é uma leitura que eu recomendo para todos, gostando de terror ou não. 

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

sexta-feira, 25 de março de 2016

ASSISTIDO: Zootopia

Olá, mundo.

Quem me conhece, sabe que eu sou uma cinéfila, tendo o Netflix como o meu companheiro de todos os dias. Eu amo assistir filmes (e séries também), principalmente no cinema! Por isso, hoje vim estrear aqui no blog um quadro novo: "ASSISTIDO", no qual escreverei sobre filmes que lançaram no cinema e as minhas impressões depois de assisti-los.

O último filme que assisti no cinema foi o "Zootopia", que estreou dia 17 de Março. Desde quando saiu o primeiro trailer eu fiquei doida para assistir, pois este tem duas características que eu amo: é da Disney e fala sobre animais!
Eu particularmente ADOREI o filme! Ele virou um dos meus filmes favoritos da Disney, e facilmente assistiria de novo.


A história é sobre a coelha Judy, que desde pequena sonha em ser uma "policial coelha", porém, sofre muito preconceito dos outros animais, principalmente daqueles que no passado eram predadores. Acontece que o filme se passa em um período da história em que os animais evoluíram: passaram a andar sobre duas patas, conversam, trabalham, e vivem harmoniosamente entre predadores e presas; mas o preconceito ainda existe no mundo deles.
O sonho de Judy é fazer do mundo um lugar melhor, então, mesmo com todo o preconceito e a pressão que todos exercem nela para faze-la desistir ela continua seguindo o seu sonho e se torna uma policial, e se muda para uma cidade grande chamada Zootopia.
Eu adorei o ambiente da Zootopia! Tem vários bairros-habitats diferentes para que todos os animais vivam bem: tem tundra, floresta tropical, deserto, e até um bairro minúsculo aonde vivem os ratinhos. Uma fofura e muito bem pensado! Fiquei com a mesma cara da Judy quando viu a cidade pela primeira vez.
Em um ponto do filme ela conhece um "raposo" chamado Nick, que vive uma vida criminosa; mas quando surge um caso, ela precisa da ajuda dele para resolvê-lo, e eles acabam formando uma linda amizade.

Lógico que em certos momentos do filme eu me emocionei e chorei (em um filme de criança, eu sei, me julguem) mas eu realmente amei demais esse filme, e recomendo muito para todos assistirem, não importa a idade!

Trailer de Zootopia:


Quando acaba o filme, se você refletir bem acaba descobrindo todo o contexto filosófico por atrás do filme: o preconceito existente entre presas e predadores refletem muito na nossa sociedade de hoje. E a criação de uma cidade aonde estes dois tipos de animais vivem juntos, sem brigas, nos fazem pensar se é realmente possível. Eu me lembrei muito do tema da redação da fuvest do ano passado, sobre "utopia" (usaram até no nome do filme, né? Olha a filosofia aí por trás).
O filme nos faz pensar: se até os animais, que têm esse instinto de sobrevivência dentro deles, conseguem viver em paz, por que nós também não conseguiríamos?

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

Música favorita da semana

Olá, mundo

Estou sem postar há um tempo por causa da correria do cursinho, que tomou todo o meu tempo, mas esse feriadinho de páscoa me deu um tempo para descansar.
Como eu disse, eu estou vivendo no cursinho, entro de manhã cedo e só saio umas 5 da tarde. Porém, isso não impediu que uma música grudasse na minha cabeça e me fizesse cantá-la entre um exercício e outro. Portanto, a música da semana só podia ser:

Walk The Moon - Shut Up and Dance


Eu devo ter escutado essa música só uma vez pelo rádio, mas foi suficiente para eu gravar pelo menos o refrão e ficar cantando o tempo todo. Agora já tenho ela no celular e não paro de ouvir! O ritmo é muito contagiante, é uma daquelas músicas que nos fazem levantar e começar a dançar.
Enfim, é isso.

Então, cidadão desconhecido, até lá, 
E tente não enlouquecer comigo.

domingo, 6 de março de 2016

Primeira semana no cursinho

Olá, mundo.

Já fez uma semana que começaram as minhas aulas do cursinho. Está bem puxado, ainda mais porque tenho oito aulas todos os dias (seis horas de aula) com conteúdos que passei um bimestre inteiro para estudar no colégio e no cursinho passam em uma aula.
Não sei quanto a vocês, mas eu tinha muita curiosidade de saber como é um cursinho; no que é diferente de escola. Gente, é totalmente diferente. O ambiente é mais descontraído, nenhum dos professores que tive até agora são chatos e sérios, e nenhum fica pegando no seu pé para fazer lição de casa, afinal, você está lá por livre e espontânea vontade (de sofrer), não é mesmo?

O primeiro dia foi como qualquer outro que tive em um colégio, cheguei toda tímida e sentei em uma carteira na frente de uma menina que eu reconheci: a Giovanna, que foi a minha colega no ensino fundamental. Porém, ela estava lá com outros amigos, então não conversamos muito. Eu percebi que todos que estavam lá vieram junto com um amigo, alguma pessoa conhecida. Ninguém, aparentemente, entrou no cursinho sozinho, como eu. Resultado: nos intervalos eu fiquei sozinha comendo meu lanchinho enquanto o povo envolta de mim ficou conversando. Mas na real eu nem liguei, já estou acostumada a ficar sozinha (na escola passei muito por isso), e de qualquer forma, eu estou lá para estudar, não para fazer amigos.
Mas nada melhor do que um dia após o outro, né? No segundo dia, logo que eu cheguei vi que a Giovanna não estava mais naquela sala, então sentei em outro lugar. Lá uma menina sentou perto de mim e logo fiz amizade. "Como?", vocês me perguntam. Eu virei pra ela e comentei "Nossa, como esse cursinho está cheio, né?" sim, que bosta kkkkk mas deu certo. Além dela, acabei conhecendo também uma outra menina, a Roberta, que virou a minha parceira de estudos. Passamos essa semana estudando juntas à tarde (sim, além de ter seis horas de aula, eu ainda fico no cursinho estudando).

Além de salas de aula vazias, o cursinho também oferece plantões de dúvidas, os quais também se passam em uma sala de aula: os alunos ficam estudando nas carteiras, e na frente tem mesas e cadeiras aonde ficam os professores das respectivas matérias do dia. Eu só fui uma vez com a Roberta mas não gostei muito não. Tem MUITA gente, acaba não dando tempo para tirar dúvida com o professor. Então, ficamos em uma sala de estudo individual: tem mesas maiores com divisórias, assim quem está do meu lado não fica olhando o que estou fazendo, e também é mais silencioso. Me sinto muito mais confortável lá.

Enfim, embora esteja sendo meio cansativo, também é algo novo, as aulas acabam passando muito rápido. Eu estou gostando muito dos professores, e espero que eu faça mais alguma amizade, mas se depender só de mim fica difícil, né kkkk. Por favor, me desejem força, foco e sorte para este ano, pois preciso muito!

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Meu material escolar 2016

Olá, mundo.

Eu sei que estou bem atrasada para falar sobre isso, as meninas do youtube e dos blogs já falaram sobre isso há muito tempo, mas como as minhas férias estão acabando (foram as férias mais longas da minha vida), achei que seria legal fazer esta postagem.
Vou mostrar para vocês o material escolar que vou usar este ano. Em 2016 vou estar fazendo cursinho preparatório para o vestibular e o curso de inglês, que já está no fim. Vou começar com o material do curso de inglês, já que não há nada tão novo, afinal o estojo é o mesmo do ano passado.

  

Este caderninho é menor do que um caderno comum, é mais ou menos do tamanho de uma agenda. Eu preferi desse tamanho porque eu não anoto muita coisa no curso de inglês, não é obrigatório levar um caderno, eu apenas gosto de anotar alguma coisa que achei interessante ou uma palavra que eu não sabia o significado. Eu o comprei nas lojas americanas, foram R$7,90 se eu não me engano.


Não reparem muito porque este é o material do ano passado, eu não comprei nada novo, hihi. Não tenho muito o que comentar, eu só levo o essencial para fazer alguns exercícios da apostila, pois a maior parte da aula é mais conversação do que outra coisa.

Além do caderno e do estojo, também levo a apostila do curso, obviamente, e uma pasta com o nome da escola. Porém, a pasta se perdeu na mudança, e agora o curso só dá uma mochila que na minha opinião é muito feia (desculpa kkkk), então eu espero que eu encontre.


Agora, vamos para o material do meu cursinho. Eu não sei que material é usado em um cursinho preparatório, então comprei pensando como se eu fosse voltar para a escola este ano.




Este é um caderno de 10 matérias. Durante o ensino médio, eu usava quatro desses (um por bimestre), mas para começar eu comprei apenas um, se precisar eu compro outros depois. Como podem ver é a Jolie, muito fofo (não é muito a minha cara kkk mas tudo bem), e as folhas são bastante simples. Eu prefiro as folhas assim, não gosto muito desses cadernos que têm as folhas com muitos desenhos, eles meio que atrapalham quando eu escrevo. 
Outra coisa que eu não entendi é que vieram quatro folhas de adesivos. Se fosse antigamente eu iria amar (eu colecionava adesivos quando criança), mas hoje achei totalmente sem necessidade kkk, eu só usei uns adesivos para separar as matérias e assim encontrá-las facilmente.
Eu não lembro quanto foi nem aonde comprei, pois comprei ele já faz um tempo, mas deve ter sido uns R$40 chutando alto.




Além do caderno da Jolie, também comprei este da Capricho de apenas uma matéria, que será usado para rascunho, principalmente para os exercícios que envolvem matemática. Eu acabo rasurando muito e fazendo umas contas muito loucas e gigantes, que acabariam ocupando muito espaço no caderno da Jolie, que usarei apenas para escrever a matéria. 
Eu já tinha visto uma agenda com exatamente a estampa deste caderno, eu me apaixonei, porém estava muito cara! Se me lembro bem custava R$45, achei um absurdo. Fiquei muito feliz quando achei este caderno com a mesma capa, e custando apenas R$19,99 (comprei no Wallmart).

Ah, e o mais legal é que combina com o meu cabelo! Olhem uma foto do que eu fiz:


"Ai que boba, comprou o caderno só porque é azul da cor do cabelo dela" sim, me julguem.



Este estojo preto é da kipling, eu já usei ele ano passado e retrasado mas ele está inteirão, então não houve necessidade de comprar um novo. Já o material é totalmente novo, e, novamente, apenas o básico, tirando as quatro canetas de cor diferente que usarei para deixar o caderno mais bonito (tem que ter um incentivo para estudar, né, gente? Deixem os seus cadernos sempre arrumados e coloridos, dá um "up" que vocês não têm ideia!) e também o monte de post-its (post-it nunca é demais, haha).


Além disso, na minha mochila eu também levo duas necessaires: uma é o "kit tpm" (as mulheres vão entender) e outra tem maquiagem, espelho, lenço para tirar oleosidade e um pente. E também a minha carteira, também da kipling, na qual levo uns trocadinhos para gastar com a tia da cantina, a carteirinha da escola e o cartão da playland (kkkkkk).

(foto do site da imaginarium)

Este ano eu vou ter aula das 7h até 14h, portanto terei que almoçar na escola. Para não ficar gastando muito, e também não comer frituras ou comidas que não são muito saudáveis, irei levar uma marmita. Por isso, eu comprei esta bolsa térmica na Imaginarium, que infelizmente ainda não chegou (comprei pela internet). Ela é uma gracinha, sempre vou levar dentro dela o meu almoço e alguma fruta ou snack para comer entre uma aula e outra.

Minhas aulas do cursinho ainda não começaram, mas no primeiro dia vou levar a minha mochila que usei ano passado, da kipling, com uma bolsa dentro, pois no primeiro dia eles vão dar aquele mooooonte de livros e apostilas, e para não destruir a minha coluna vou precisar de uma bolsa extra para trazer os livros para casa. Além disso, vou levar apenas o meu estojo e o caderno de uma matéria da capricho, pois já fui avisada que não terá matéria no primeiro dia, mas vai que, né? 
Então, é isso aí. Meu material não é tão sofisticado, mas está ótimo. Eu achei os cadernos muito lindos, com certeza vão ajudar muito a estudar.
Já vou aproveitar par avisar que talvez não poste com tanta frequência quando minhas aulas começarem, mas não vou deixar de postar. O blog vai ser útil para praticar a minha escrita e aliviar o estresse, então aguardem! 

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Música favorita da semana

Olá, mundo.

Se tem algo que eu mudo de ideia muito fácil, seria a minha música favorita. Eu amo ouvir música, estou sempre ouvindo em todos os momentos; pois seja qualquer coisa que você esteja fazendo, com música fica muito melhor.
Mas a questão da "música favorita" é algo que eu mudo de opinião muito fácil. Talvez isso aconteça porque quando eu gosto muito de uma música eu acabo escutando ela muitas e muitas vezes, repetidamente, e depois de um tempo acabo enjoando kkkkkk
Por isso, decidi criar esta série de postagens no blog, na qual vou dizer qual é a música favorita da vez, e assim vocês também poderão conhecer músicas novas.
A minha música favorita dessa semana é:

Avicii - Waiting for love


Eu sei que essa música não é recente, porém só agora a conheci e já me viciei. Eu estava vendo vídeos no youtube e por algum motivo este clipe apareceu nos "vídeos sugeridos", e bastou ver apenas uma vez para me apaixonar. Eu choro todas as vezes que o vejo, pois essas histórias de animais realmente são o meu ponto fraco, mas achei a arte e a história que fizeram maravilhosas, e a música é contagiante e muito boa.

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Animais de estimação que eu gostaria de ter

Olá, mundo.

Quem me conhece, sabe que eu amo animais (mais do que amo pessoas).
Sério, até em filmes eu consigo mostrar esse meu sentimento. Quando eu tinha uns 6 anos, eu e minha mãe estávamos assistindo um filme sobre um homem que morreu e reencarnou em um cachorro, porém ainda tinha a cabeça de um humano. Ele conheceu uma velhinha mendiga, que cuidou dele por um tempo. Depois de um tempo, a velhinha não acordou mais em uma manhã. Minha mãe chorou muito nessa parte, e eu? Não derramei uma lágrima. Depois, o cachorro fez amizade com um outro cachorro, até que aconteceu alguma coisa, uns homens começaram a perseguir eles e atiraram no cachorro amigo dele. Vocês não têm noção do quanto eu chorei. Chorei de soluçar!
Spoiler: no final, o amigo dele volta reencarnado em um esquilo, fiquei muito feliz <3

Enfim, eu já tive muitos animais em casa. Tive hamster, coelho, porquinho-da-índia, pintinho, cachorro, gato e peixe. Tenho muitas lembranças e histórias que não vou esquecer de nenhum deles.
O Igor, um porquinho-da-índia que eu tive, caiu da sacada de casa. Eu cuidei dele, coloquei ele pra dormir do lado da minha cama, li histórias, mas eu era apenas uma criança e não podia fazer nada em consideração à perninha dele que ficava cada vez mais roxa. Depois de um tempo, ele morreu.
O Reginaldo, um hamster, viveu por mais de um ano. Foi o meu bichinho, desses pequenininhos, que mais durou.
Uma coelha que eu tive que comprei na cobasi (não lembro do nome dela) ficou doidona um dia. Ela era super dócil, ficava de barriguinha para cima para eu fazer carinho, até que um dia ela enlouqueceu e começou a atacar eu e meu primo. Ela quase decepou meu pé (risos), por isso meu pai teve que devolvê-la. O Burphy, um coelho que eu tive recentemente foi totalmente o contrário. Ele viveu por mais de um ano também, e parecia um cachorro. Ficava solto na casa da minha avó e só fazia as necessidades lá fora. Mas minha avó dava pão para ele comer (coelhos não podem comer pão!) e por isso ele veio a falecer. Quem sofreu mais foram a minha avó e meu tio, pois ele vivia na casa deles e eles se apegaram muito.
A Estrela, a primeira gatinha que eu tive, não gostava muito de mim. Nós adotamos ela quando ela já estava adulta e ela não se adaptou muito bem à nossa casa. Depois de um tempo, ela fugiu. E tem uma outra gatinha de rua, com o rabo torto, que aparecia na minha garagem às vezes e eu dava comida (de gato, fazia minha mãe comprar no supermercado kk), mas meus pais não deixaram eu adotá-la para valer.
O Dodó, meu primeiro cachorrinho, me mordia muito, mas eu o amava. Eu não lembro muito de histórias com ele, pois era muito pequena, mas lembro que depois de umas semanas comigo ele teve que ir embora porque meus pais descobriram uma doença de pele nele. Foram atrás da criadora (foi muito difícil, não comprem animais dessas vendinhas de rua! Os animais sofrem pra caramba com eles. Comprem com criadores.) e trocaram pela Mel, uma cocker também que está viva até hoje, e ela deu a luz à sete filhotinhos que eu amei muito, mesmo que por pouco tempo, pois foram vendidos. Mas ficamos com a Chula, que também está viva até hoje.
Meus pintinhos não tinham nome, mas eu tive uns 3 ou 4. Antes eu adorava, hoje vi como foi um erro comprá-los. Uns feirantes os vendiam na feira, e o pior, eles eram coloridos! Pintavam eles de rosa, azul, verde... Hoje vejo como isso é uma coisa horrível. Graças a Deus nunca mais vi esses pintinhos na feira. Se você por acaso ver, denuncie esses feirantes. E novamente, comprem de criadores.
E tem a Amora, minha shih tzu de um aninho mais fofa do mundo e que muito em breve ganhará uma postagem apenas para ela <3

Esses foram os animais que eu tive, claro, tive mais, porém ia ficar muito longo o post se eu contasse a história de todos (mais longo do que já ficou).
Gostaria de compartilhar com vocês outros bichinhos que eu nunca tive e gostaria muito de ter algum dia. Óbvio que eu vou ter muitos animais quando tiver minha própria casa, ganhando o meu salário, pois dependendo a minha mãe, nem a Amora eu teria (sério, fiquei ANOS implorando para ela).
Vamos lá:

Calopsita

Mesmo que eu nunca tive, eu simplesmente amo pássaros. Acho eles fofos demais! Uma professora minha de biologia contou uma vez que ela tinha um passarinho que, enquanto estavam jantando, ele saía da gaiola, ia até a mesa, pegava um pedacinho da comida e voltava para a gaiola para comer.
Mas eu também tenho muita dó. Tem um símbolo de liberdade melhor do que um passarinho voando? Pássaros são os bichos que eu mais tenho pena de deixar presos em uma gaiola. Se eu tivesse, iria acostumá-lo fora da gaiola para que não fuja, e só ia deixá-lo fora. Um dia, quando eu estava na praia, vi uma mulher passeando com uma shih tzu, e na cabeça da shih tzu estava uma calopsita. Claro, não posso prometer nada da Amora (risos) mas quero chegar nesse nível um dia.

Iguana

Sinceramente, nunca pesquisei sobre como cuidar de uma iguana e muito menos tive um réptil, porém elas parecem tão legais! Não sei quando tive essa ideia na minha cabeça de ter uma, mas já faz um tempo que tenho muita vontade. Com certeza, em um futuro, eu vou ter uma com um nome muito engraçado, tipo... Adalberto. Imagina uma iguana chamada Adalberto. Não tem coisa mais engraçada e fofa.

Tartaruga aquática

Eu quero uma desde quando li o livro "Fazendo meu filme", no qual a personagem principal tem uma. Acho a coisa mais fofa aqueles aquários de tartaruga, que têm uma parte de água e uma parte seca. Claro, eu não conseguiria deixá-la no aquário o tempo todo. Sempre iria tirá-la e levá-la para andar pela casa, ou ela até teria um laguinho só para ela. Ah, e ela teria o nome de uma tartaruga ninja, o que eu mais penso é "Donatello", acho muito bonitinho <3

Mini pig

Tem coisa mais fofa? NÃO, NÃO TEM.
Eu li um livro recentemente chamado "Deixe a neve cair" e uma personagem era a louca dos porcos e ganhou um mini pig. A autora o descreveu com tanto amorzinho que só me deixou com mais vontade do que já tenho de ter! Diferente de um porco comum, este é um porco caseiro, então primeiramente tire da sua cabeça a imagem dos porcos de chiqueiro grandes, gordos e fedidos (que acho lindos também, mas não vem ao caso). Este só chega até 25kg de pura fofura, enquanto um porco normal pode atingir 100kg facilmente,e são muito maiores. Eu também sei que não pode dar comida de humanos para ele, como geralmente acontece com os porcos normais (na verdade, não se pode dar comida de humano para animal nenhum), a dieta dele é de ração, milho e frutas e vegetais frescos. 
É igual a um cachorrinho: brinca, precisa de amor, atenção, carinho e cuidados veterinários. Tenho MUITA vontade de ter um.

Hedgedog ou Ouriço Pigmeu Africano

Novamente uma fofura ao extremo, que eu quero há muito tempo, desde a época que eu mexia no tumblr e vi exatamente este gif.
Eles são como se fossem mini porcos-espinho domésticos, porém não têm parentesco nenhum com o porco-espinho, pois seus espinhos são macios e fofos, e não se soltam do corpo. Quando eles se assustam ou são tímidos (porque sim, eles têm personalidades como os humanos, aliás, todos os animais têm) eles viram uma bolinha. 
Como podem ver, eles cabem na palma da mão de tão pequeninos, chegando a até 20cm e 400g. São animais noturnos, portanto são muito bons para quem passa o dia inteiro fora de casa.

Mini coelho
(não achei gif, af :c)

Eu já tive dois coelhos, mas nunca um mini coelho, que simplesmente são coelhinhos muito pequenos: chegam a até 35 cm, enquanto um coelho comum pode ultrapassar 60cm, tornando muito melhores para pegar no colo e se ter um apartamento. Eles são muito limpinhos e não têm cheiro no pêlo. Os cuidados e alimentação são os mesmos de um coelho comum, que eu já conheço. Diferentemente da minha avó, não os alimentem com pão (ou comida humana)! 
Eles não são difíceis de cuidar, precisam apenas do básico: higiene, alimentação e carinho. Se for ter um, lembre-se que ele não é um bichinho que vai viver por pouco tempo: com os cuidados adequados, ele viverá por uns 6 anos. Tem que estar disposto a cuidar dele (e eu mais do que estou!)


Bom, estes são os animais que eu quero ter alguma vez na vida. Claro, por mim eu teria até uma vaca em casa, mas estes são os meus sonhos, que eu quero muito ter. Para mim, os animais são os seres mais puros do universo, e eles vivem tão pouco tempo porque eles já nascem sabendo amar de uma maneira que levamos a vida inteira para aprender.
Então, se você quer ter um animal, pense antes. Não aja por impulso, por achar ele muito fofinho, ou porque o seu filho está pedindo. Pois este animal vai te amar infinitamente, e espera que você retribua este amor. Se for pegar um bichinho para depois se cansar da presença dele, é melhor nem pegar.
E um pedido, antes de finalizar a postagem. NÃO COMPRE ANIMAIS, ADOTE. Vários cachorrinhos e gatinhos que sofreram maus tratos ou foram abandonados precisam de um lugar para viver. Não faz muito sentido você comprar um amigo, então, ajude-o, dê uma casa, carinho e amor para ele. A gratidão e amor que virá dele vai ser muito maior.

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A Bailarina Fantasma, de Socorro Acioli

Olá, mundo.

Hoje eu vou começar o que vai virar uma série de postagens aqui no blog, que serão sobre os livros que eu li. Este ano, talvez não irei ler muito por causa do cursinho, mas acho interessante escrever sobre os livros que vão cair no vestibular, como "O Cortiço" e "Cidade e as Serras", pois serei obrigada a ler, e também tenho muita vontade de mostrar que nem todos esses "livros de escola" são chatos.
Na minha opinião, a maneira como a escola obriga os alunos a ler que é o errado. O livro pode ser muito bom, mas como a pessoa não está lendo por livre e espontânea vontade, acaba ficando chato.
Enfim, não vou prolongar o assunto nisso. Vamos falar sobre o último livro que li.


A Bailarina Fantasma


O livro foi escrito por uma brasileira chamada Socorro Acioli (que nome fofo, imagina na hora da chamada na escola). Eu não costumo ler livros brasileiros por diversão, sempre leio quando tenho que fazer um trabalho ou algo assim, mas depois de ler os livros da Paula Pimenta (depois faço um post sobre ela) eu comecei a escolher mais autoras e autores brasileiros para ler.
A personagem principal da história é a Anabela, uma menina que perdeu a mãe ainda nova, e mora apenas com o pai em uma casinha antiga de Fortaleza. A simplicidade é o lema para esta família, o pai não gosta de nenhuma máquina fazendo o que ele poderia fazer sozinho. A Anabela gosta de viver assim, e o seu passatempo é ficar no jardim da casa, apreciando os miosótis, flor preferida da sua falecida mãe. Quando uma flor murcha, ela a enterra junto com bilhetes para a sua mãe. Bilhetes simples, falando como está a sua vida, como estão as coisas na escola, etc.
A história toma um rumo quando o pai consegue um emprego no teatro José Alencar, muito antigo e bonito. Seu trabalho é restaurá-lo, deixando o máximo possível com o que era antigamente. Logo que ele dá a notícia para a filha, ele também conta que eles foram convidados para assistir uma apresentação de balé. Eles vão, se encantam com a beleza da construção e da apresentação, porém, no meio do espetáculo, Anabela vê uma bailarina vestida de azul que dança mais graciosamente do que as outras, e parece que só ela consegue enxergar. 
Depois disso, a história muda para a bailarina, e vemos quem ela é e porque ela está ali. 

A narrativa é simples e cativante, qualquer pessoa de qualquer idade com certeza se emocionaria com a história. Eu achei muito interessante que a história não é focada apenas na Anabela, mas tem capítulos inteiros sobre a história da bailarina, com personagens diferentes e muito mais. O livro deixa a gente preso imaginando que rumo irá levar tudo isso. 
Indico este livro principalmente para quem gosta de espiritismo, pois tem várias passagens sobre isso. Quem acredita irá gostar e se emocionar muito, assim como eu.

É isso, gente. Depois eu volto com mais resenhas de livros.

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Escape 60

Olá, mundo.

(foto do site vejasp.abril.com)

Hoje eu vim fazer uma coisa diferente: dar uma dica de passeio e contar as minhas experiências neste local.
O Escape 60 é um lugar aonde tem muitas salas e o objetivo é completar os desafios dentro delas e conseguir escapar, isso em apenas 60 minutos. Vocês podem achar que é pouco, mas quando estamos dentro de uma sala deles, o tempo passa voando. Atualmente, eles existem em São Paulo (Vila Olímpia e Moema), Rio de Janeiro (Copacabana e Parque Olímpico) e Santo André.
Para participar, você precisa agendar no site alguma sala de sua preferência. Tem muitos horários e eles funcionam até de fim de semana. É uma experiência super divertida que eu adorei enfrentar (sim, esta é a palavra certa, enfrentar kkk). Eu fui duas vezes e com certeza iria mais, pois dá vontade de conhecer todas as salas!
As salas são tematizadas, porém, pelo menos nas salas que eu fui, os desafios são muito mais de lógica, não tendo muito a ver com o seu tema (acho que o tema é só para decorar a sala mesmo). Vocês podem conferir o site deles clicando aqui.
Agora, fiquem com as minhas experiências:

CORREDOR DA MORTE 
(imagem do site vejasp.abril.com.br)

A história desta sala é que você foi preso por um crime que você não cometeu. O guarda foi almoçar e volta depois de 60 minutos para te executar (ai, que lindo), e você só tem esse tempo para seguir algumas pistas deixadas pela única pessoa que conseguiu escapar e sair dali. 
A sala é dividida em duas partes: a cela (essa da imagem) e o escritório do carcereiro (ou guarda, sei lá). Elas são separadas por barras de ferro (com um cadeado), você precisa primeiro escapar da cela para depois seguir outras pistas no escritório e sair da sala.

Minha experiência: Esta foi a primeira sala que eu entrei no Escape 60, no aniversário do meu primo Guilherme. Fomos eu, o Gui, minha mãe e minha tia. Tenho que admitir que estava meio que assustada antes de entrar, pois eu não conhecia, não sabia se dava susto ou algo assim. Tanto é que quando estava chegando no final do tempo, eu peguei o cassetete do guarda e fiquei só esperando o pior chegar kkkkkkk pelo menos eu estava armada né, vai saber.
No final, embora a gente não tenha escapado, foi MUITO legal e ficamos comentando sobre o que aconteceu dentro da sala o dia inteiro. O legal é que cada um ajuda um pouco, sabe. Essa é a dica para quem vai participar: trabalhar em equipe.

GOOSEBUMPS
(imagem do site www.gamesareasocial.com)

Esta sala foi criada depois que estreiou o filme Goosebumps: Monstros e Arrepios, em parceria com a Sony. Porém, a sala existirá por tempo limitado, então se você quiser ir, se apresse para agendar rápido! A história é parecida com a do filme, o escritor R. L. Stine mantém os monstros que ele criou presos em seus respectivos livros, porém alguns adolescentes curiosos entraram em seu escritório e acabaram libertando alguns monstros. 
O seu objetivo é seguir as pistas e solucionar enigmas para descobrir quais monstros foram libertados e depois rachar um pouco mais a cabeça para conseguir fugir da sala.

Minha experiência: Quem me conhece, sabe que eu sou FANÁTICA pelos livros do R. L. Stine. Foram os primeiros livros que eu li sem figuras, e eu tenho uma coleção com todos os Goosebumps que foram publicados no Brasil. Portando, obviamente eu enlouqueci quando saiu o filme. 
Aliás, deixem-me fazer uma adendo sobre o filme aqui: no final do filme, quando o ator Jack Black, que interpreta o R. L. Stine no filme, comprimenta um homem na escola dizendo que ele é um professor, esse homem é o R. L. Stine de verdade! Vocês não tem noção do berro que eu dei quando vi. Eu estava com o meu amigo, o Bernardo (eu tinha que arrastar alguém né) e quando o R. L. Stine apareceu eu dei um tapão na barriga do coitado kkkkkkk depois eu tornei a assistir de novo, para ver o que ele fala na hora que aparece (com o meu berro não deu para ouvir) mas novamente não consegui porque surtei de novo kkkkkk pois é.
Voltando ao Escape 60: logo que entramos no local e eu vi a propaganda dessa sala eu já fiquei louca para entrar, mas esperamos até este mês de fevereiro, que é quando o meu primo Flávio faz aniversário. Sim, fomos no Escape 60 comemorar dois aniversários dos meus primeiros, legal né? 
Desta vez fomos eu, meus primos Flávio e Guilherme, minha tia e a minha mãe. Desta vez eu já não estava tão assustada, não apenas por já saber como é o esquema, mas também pelo meu amor pelo Goosebumps. Me senti em casa dentro da sala, que, aliás, tem até o boneco Slappy! Algumas pessoas comentaram que acharam ele bizarro, mas eu surtei quando vi e fiquei encarando-o e falando com ele várias vezes durante o jogo kkkkkkkkk

(imagem do site opengeekhouse.com.br)

A sala era totalmente tematizada como o escritório do Stine, porém os desafios não tinham muito a ver com a série Goosebumps. Eram mais focados em lógica, com alguns enigmas fáceis de resolver e outros nem tanto assim. Eu me garanti nos que tinha que descobrir o nome dos livros, o resto deixei pro pessoal se virar (mentira, eu ajudei também kkk)
Em um momento do jogo, eu e meus primos estávamos ajoelhados olhando uma peça solta no chão (que não tinha nada a ver), até que a minha mãe gritou "gente, achei um rato morto!" e jogou um rato de borracha em nós. Acho que foi a parte mais engraçada e a que mais gritamos no jogo inteiro kkkkkkkkkk (poxa, mãe...)
E nós conseguimos escapar! EBAAAA <3

Pois é, pessoal, essa é a minha dica de passeio para quem quer fazer algo diferente e divertido. Eu com certeza iria em mais salas, e tenho muita vontade de ir um dia com os meus amigos, pois até agora só fui com a família. Se com a família já foi super legal, imagina com os migo zoeiro né kkkkk
Fotinho que não pode faltar no final:


Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Indicando filmes: terror e animação

Olá, mundo.

Como diz o título, nesta postagem eu falarei um pouco dos meus filmes favoritos. Em outra postagem, irei falar algumas estreias que irão acontecer em 2016 que estou louca para assistir, mesmo com toda a correria do cursinho e tudo mais.
Bom, como uma pessoa antissocial e com poucos amigos, o netflix virou o meu companheiro de todas as horas, e posso dizer que eu amo demais assistir filmes e séries. Assisto desde os filmes "modinha" que todos conhecem até os da deep web mesmo.
Os meus gêneros favoritos são terror e animação. Muito normal para uma garota de 17 anos, né? Enfim, primeiro eu vou falar sobre os filmes de terror.

Tinha uma época que a gótica das trevas aqui era fissurada em filmes de terror. Eu assistia um atrás do outro, sem medo nenhum. Na verdade, até hoje não tenho tanto medo ao assistir um filme de terror, só me assusto; mas isto é apenas um reflexo, não é mesmo? Não tenho como mudar isso.
Eu já vi filmes de terror totalmente ruins e bizarros, vocês não podem nem imaginar. Talvez futuramente eu faça uma postagem dos piores filmes de terror que eu já vi, mas isso fica para outro dia.

As pessoas têm muito preconceito com este gênero. Para confirmar, é só entrar no netflix. É muito raro ter um filme de terror com classificação 5 estrelas, ou até mesmo com 4. E são filmes que, na minha humilde opinião de amante do gênero, são muito bons.
Eu vi este preconceito até em um livro da Paula Pimenta, o "Fazendo meu filme". A personagem Fani, que ama assistir filmes mais do que qualquer um (até fez faculdade de cinema), ao ver um filme de terror, o classificou com apenas "uma estrelinha" dizendo que era assustador demais. Ué, então deveria ter sido 5 estrelas, não é? Afinal, a proposta de um filme de terror é ser assustador.

Enfim, vou falar aqui para vocês alguns filmes de terror que são realmente bons, que não focam apenas em dar susto. Eles têm história, e vale a pena assisti-los.
As sinopses serão inteiramente escritas por mim, e vou colocar um comentário com as minhas impressões dos filmes.


A ORFÃ

O filme fala sobre uma família: o casal Kate e John e seus dois filhos, Max e Daniel. 
Kate já teve problemas com bebidas alcoólicas, e sua filha surda, Max, quase morreu em um acidente por causa disso. Além disso, ela tem tido pesadelos relacionados ao bebê que ela perdeu durante o parto. Depois de um tempo em terapia, sua psicóloga a aconselha a adotar uma criança para tentar superar a perda.
O marido, John, logo acha Ester uma criança maravilhosa ao vê-la cantando e pintando um quadro no orfanato. Kate também a achou maravilhosa, e eles acabam adotando-a.
Ester é uma garota muito diferente para a sua idade, é muito educada, sempre usando vestidos e laços nos pulsos e no pescoço. Porém, enquanto o filme passa, podemos ver que Ester não é uma criança tão maravilhosa como parece ser.

Comentário: Este filme não é tão de terror; sim, tem umas partes violentas e que dão um certo medinho, mas ele é inteiramente mais suspense do que terror, portanto, quem não gosta muito do gênero consegue assistir. O final é surpreendente, em nenhum momento eu o adivinhei no meio do filme.

CASO 39

A personagem principal deste filme é a Emily, uma moça que trabalha como assistente social, resgatando crianças que sofrem abuso pelos pais e ajudando-as (e os pais também) a superar o que sofreram. Ela sempre foi uma funcionária maravilhosa e as crianças amam ela, até que ela se deparou com o caso 39, da garotinha Lilith.
Os pais de Lilith tentam feri-la, por alguma razão que não sabemos dizer no começo do filme, e Emily a salva, e Lilith passa a morar com ela até que encontre uma família adotiva. Porém, nesse tempo que a garota está morando ela, coisas estranhas começam a acontecer com seus amigos e com ela própria. Emily começa a imaginar que talvez Lilith não seja tão inocente assim.

Comentário: O filme caso 39 me encantou logo no começo porque trata de um assunto que realmente acontece na realidade: crianças que sofrem em casa. E é muito legal a forma que mostraram isso, focando nas pessoas que tentam ajudar. Este é um dos filmes que me deixaram realmente assustada em certas partes, e o final dele foi de tirar o fôlego (literalmente).


GAROTA INFERNAL

O filme gira em torno de duas garotas, Jennifer e Needy, que são amigas de infância. As duas são totalmente o oposto uma da outra: Jennifer é a líder de torcida super popular e Needy é a nerd esquisita. 
Em um ponto do filme, Jennifer convence Needy a ir a uma festa em um bar com ela, onde uma banda desconhecida ia tocar. No meio de uma música, o bar começou a pegar fogo. As garotas conseguiram sair, porém muita gente morreu no incêndio. Logo após elas conseguirem escapar, o vocalista da banda ofereceu carona para elas. Needy não quis aceitar, porém, Jennifer entrou no carro deles. Depois disso, Jennifer passou a agir estranhamente, e Needy tenta descobrir o que aconteceu com ela.

Comentário: Este filme é um terror mais adolescente, com algumas cenas que fazem dar risada. Apesar de ter umas partes meio desnecessárias, eu gostei bastante da história e da maneira que foi filmado, então recomendo para todos. Além disso, as personagens principais são interpretadas por duas atrizes que amo: Megan Fox e Amanda Seyfried .

Eu decidi indicar filmes mais recentes e com pouco sangue, digamos assim, para as pessoas que não gostam muito de terror verem também. Porém, eu gosto muito de filmes de terror antigos, especialmente os de serial killers (nossa, vocês devem estar me achando muito psicopata agora).
Alguns dos meus favoritos são: Hora do pesadelo (tenho todos os DVDs), Brinquedo Assassino, Pânico, Sexta-feira 13, entre outros.
Outros filmes mais recentes também muito bons, porém um pouco mais assustadores, são: Invocação do mal, Annabelle, Sobrenatural (incidious em inglês), A entidade, Mama, entre outros.


Ok, chega de falar de terror, né? Vamos fazer o que eu faço depois de assistir um filme de terror: assistir um de animação.
Este é o meu outro gênero favorito porque sempre esteve muito presente na minha vida. Minha infância foi muito marcada por ele. E, estranhamente, eles me fazem chorar muito mais do que um filme de drama.
Sim, eu choro em filmes infantis. Me julguem.
Esse meu amor por animações me faz passar por situações constrangedoras, tipo quando estreia algum bem legal no cinema, eu quero ver, mas não tenho nenhuma criança para levar comigo, e eu arrasto a minha mãe junto. Só dá as duas no meio de um monte de criança no cinema. Pior é quando eu me emociono e saio do cinema com os olhos cheio de lágrimas... por causa de um filme infantil. Pois é.

Além das animações que me fazem chorar, eu acabo gostando muito dessas animações de terror para crianças, estilo Tim Burton, sabe? Como em O estranho mundo de Jack, que sempre esteve presente na minha infância no natal e no halloween.
Por isso, o meu filme favorito de todos os tempos é:

CORALINE E O MUNDO SECRETO

A história se passa em uma mansão na qual Coraline e seus pais passam a morar. É uma construção muito antiga, por isso Coraline fica bem entediada nela, porém uma coisa chamou a sua atenção: uma pequena porta que dá para uma parede de tijolos. Para onde será que ela dava? Por que a passagem foi murada?
Durante a noite, Coraline descobre que a passagem dá para um universo muito parecido com o seu, só que muito melhor. Tudo é divertido, a comida é boa, e seus pais são muito melhores. O estranho é: todos nesse universo têm botões no lugar dos olhos.
Depois de um tempo se divertindo nesse mundo, a sua "outra mãe" pergunta se ela quer ficar ali para sempre, e, para isso, só precisa deixá-la costurar botões em seus olhos. Óbvio que Coraline fica aterrorizada com a ideia, e depois disso começa uma busca para sair daquele local, encontrar os seus pais verdadeiros (que estranhamente sumiram) e encontrar os olhos de outras crianças que caíram nos carinhos da outra mãe.

Comentário: Este filme é simplesmente maravilhoso, eu posso assistir milhares de vezes sem cansar. A arte dele é linda, a história cativante, e podem ter certeza que assusta muito mais do que qualquer filme de terror que eu indiquei nesse post. 

Vamos então para os filmes que me fazem chorar, eu contarei o por quê:


DIVERTIDA MENTE

Você já se perguntou "o que passa na cabeça dessa pessoa"? Pois bem, é o que mostra neste filme. Nós podemos ver as emoções da garotinha Riley, e a confusão que acontece com elas quando ela muda de cidade. A líder das suas emoções é a Alegria, e ela se esforça muito para que Riley seja sempre feliz, embora seja um pouco difícil por conta da mudança. 
Em um ponto do filme, uma confusão na sala de controle faz com que Alegria e Tristeza sejam sugadas para fora do local, e agora elas precisam fazer uma jornada na cabeça de Riley para voltar. Enquanto isso, a personalidade de Riley muda drasticamente e sua vida toma outro rumo.

Comentário: Eu achei esse filme muito lindo, obviamente eu me identifiquei muito com a Riley (quem leu o meu primeiro post vai entender o por quê), e achei muito legal a forma com que mostram que uma emoção completa a outra. Não sei se eu estou viajando, mas pelo que eu entendi com o final do filme, uma pessoa vai crescendo enquanto as emoções aprendem a controlar umas as outras.

Spoiler (parte que eu chorei): Vocês não tem noção do quanto eu chorei quando o Bing-Bong (amigo imaginário) caiu no esquecimento da Riley. Chorei mais do que quando ela volta para casa e conta aos pais o que a está incomodando. É, pois é.


A PRINCESA E O SAPO

O filme conta a história já conhecida da princesa e o sapo, porém com uma modificação: o beijo da "princesa" não deu certo, fazendo-a virar um sapo também. 
Quando o príncipe Naveen está visitando a cidade de Tiana, uma moça humilde com o sonho de abrir o seu próprio restaurante, ele acaba fazendo um pacto com um homem das sombras que pratica voodoo, e se transforma em um sapo. Ele pede ajuda para Tiana pensando que ela era uma princesa, porém esta acaba virando um sapo também. Agora, Tiana e Naveen precisam encontrar outra maneira de voltar a serem humanos, e nessa aventura acabam fazendo novos amigos: Louis, um crocodilo, e Ray, um vaga-lume; e também acabam se apaixonando.

Comentário: Este filme é a coisa mais fofa de todo o mundo. Acho muito linda a forma da Tiana perseguir o seu sonho, e muito engraçado o nojo dela de sapos. A minha personagem favorita obviamente é a Charlotte, porque né, gente? Melhor pessoa.

Spoiler (parte que eu chorei): Só digo: Ray e Evangeline. Ray era um vaga-lume apaixonado por uma estrela muito brilhante, a Evangeline. Gente do céu, eu já tinha chorado baldes quando o Ray morreu, daí depois do funeral dele, aparece uma estrela do lado da Evangeline. Não tem como não chorar, sério.

O CÃO E A RAPOSA

O filme conta a história de Dodó, a raposa, e Toby, o cachorro. 
Dodó fica órfão quando sua mãe é morta por um caçador, e uma senhora o adota. Ele fica amigo de Toby, um cão de caça de um fazendeiro muito mal-humorado. Apesar das diferenças, eles passam a ter uma amizade muito grande. Em um ponto do filme, Toby é levado pelo seu dono para ser treinado em outro lugar, e volta depois de crescido, e parece que tudo mudou.

Comentário: Este é um filme que eu assisti muito na minha infância, e chorei todas as vezes. E choro até hoje. Ah, gente, nem precisa do "spoiler", posso falar aqui mesmo que este é o filme mais triste da vida, não tem como alguém não chorar assistindo. Porém, também é um dos melhores filmes que eu vi, que mostra que não importa quanto tempo passe e o que mude, uma amizade verdadeira dura para sempre.


Acho que é isso, galera. Claro, tem muitos outros filmes destes e outros gêneros que gosto muito, mas o post já ficou grande demais. Talvez eu fale futuramente. 
Tem muitos filmes, especialmente de animação, que eu quero ver este ano. Farei também outro post falando os filmes mais aguardados de 2016 (não apenas de animação). Aguardem.

Então, cidadão desconhecido, até lá,
E tente não enlouquecer comigo.